
O Operário terá novidades importantes para o compromisso desta quinta-feira na Copa Verde. Os dois últimos reforços anunciados pela diretoria já estão regularizados e à disposição para estreia. Tratam-se do técnico Diego Souza e do atacante Alex Choco, ambos vice-campeões estaduais pela Associação Bataguassu.
Com os nomes publicados no BID da Confederação Brasileira de Futebol, a dupla está apta para reforçar o time já no confronto diante do Rio Branco, duelo que ganha ainda mais atratividade com a possível estreia das novas peças.
A principal expectativa gira em torno de Alex Choco. O atacante foi o maior artilheiro da temporada estadual, com 15 gols marcados, superando inclusive nomes de destaque em outros campeonatos regionais pelo país. Curiosamente, o jogador passou em branco justamente contra o Operário, nas duas partidas disputadas, fator que agora alimenta a curiosidade do torcedor alvinegro.
Adversário embalado
Do outro lado, o Rio Branco (ES) chega motivado por duas vitórias consecutivas. A equipe capixaba venceu o Vila Nova Futebol Clube por 1 a 0 e superou o Capital Clube de Futebol por 2 a 0, em partida disputada em Brasília.
O elenco mantém uma base sólida para a temporada 2026, com nomes como o goleiro Fernando Henrique, o zagueiro Matheus Castelo, o volante Romarinho e o atacante Braga.
Além disso, o clube reforçou o elenco recentemente com jogadores experientes, como o goleiro Andrey e atletas com passagens por grandes centros do futebol nacional, casos do volante Dudu e do meia Davi Lopes.
Com ingredientes de sobra dentro e fora de campo, o confronto promete ser um dos mais interessantes deste início de temporada, especialmente pela expectativa gerada em torno das estreias no lado operariano.
Investidores da SAF Rio Branco
O principal investidor do Rio Branco trata-se de Marcus Buaiz empresário capixaba, conhecido por sua atuação nos ramos de entretenimento, marketing, tecnologia e investimentos. A fortuna de Marcus é estimada em aproximadamente R$ 4 bilhões. Esse patrimônio é resultado de sua atuação como herdeiro do Grupo Buaiz, um conglomerado tradicional do Espírito Santo, com faturamento anual estimado em R$ 500 milhões, e de seus próprios empreendimentos e investimentos.09
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